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  Com o objetivo principal de tornar a informação, o conhecimento e a troca de experiências ainda mais acessíveis aos nossos alunos, pais, professores e todos aqueles que tenham interesse em conhecer o nosso colégio e as atividades que nele desenvolvemos.

  Estamos a disposição da nossa comunidade, unindo esforços para concretizar e aprimorar nosso trabalho. Por isso, sinta-se a vontade para nos apresentar sugestões e contribuições, que serão de grande proveito para que consigamos a cada vez mais melhorar a qualidade da educação em nosso estabelecimento. Acesse "FALE CONOSCO" no menu esquerdo e contate-nos.












IDENTIFICAÇÃO

Em 2010, o Colégio funciona com um total de 30 turmas, sob a direção de Dolores Almeida Pedroso e vice-direção de Virgínia do Pilar Pinheiro, com:
- 15 turmas no período matutino, com 600 alunos, sendo 08 turmas do Ensino Fundamental - 5ª a 8ª série e 07 do Ensino Médio.
- 15 turmas no período vespertino, com 600 alunos do  Ensino Fundamental.


LOCALIZAÇÃO:

A Escola está localizada a Av. Jorn. Adherbal G. Stresser, 748, no Conjunto Mercurio, Bairro: Cajuru.








Onde e quando tudo começou...

Um breve Histórico...



O Col Prof Nilo Brandão foi assim denominado pelo Gov Jayme Canet Junior, pela Resolução nº 1868 de 08 de dezembro de 1978. Construída pela Secretaria de Estado da Educação através da Fundação Educacional do Estado do Paraná – FUNDEPAR – Diário Oficial nº 449 de 18 de dezembro de 1978, sendo o Secretário da Educação Eleutério Dalazzen.

O colégio recebeu o nome de Professor Nilo Brandão, em homenagem ao eminente educador de sucessivas gerações de paranaenses.

As matrículas foram abertas no dia 18 de dezembro de 1978, no Grupo Escolar Irati (denominação da época), pertencente a Prefeitura Municipal e passando a funcionar no prédio de sua inauguração a 29 de janeiro de 1979.

Foi designado o professor Antonio Moreira Martins, professor do Ensino Médio, para responder pela Direção desta Escola pela Resolução nº 1.908/78 de 21/12/78 e confirmada pela Resolução nº 1.135/79 de 09/07/1979.

Como Secretária foi designada a professora primária, Shirlei Ferini pela Resolução nº 104/79 de 07/02/79 e confirmada pela Resolução nº 1.135/79 de 09/07/79.

Autorizada a funcionar pelo Ofício nº 059/79 de 30/01/79 do Diretor Geral Rubens Castellano, foi efetivamente criada pelo Decreto n] 791 de 02/07/79 pelo Governador Gen Ney Aminthas de Barros Braga e pelo Secretário do Estado da Educação Edson Machado de Souza, formando complexo com a Escola Santa Rosa – Ensino de 1º Grau (1ª a 4ª séries).

De início recebeur alguns transferidos de várias escolas e os que terminaram a 4ª série do 1º grau das seguintes escolas: Santa Rosa, Irati, Solitude w Issa Nagli, funcionando com 4 turmas de 5ª série, 2 turmas de 6ª série e 1 turma de 7ª série, naquele ano de 1979, perfazendo na ocasião um total de 251 alunos; seria implantado então no próximo ano, de 1980, a 8ª série.

Quando da sua fundação, a Escola funcionava em dois turnos: manhã das 7:30h às 12:00h e tarde das 13:00h às 17:00h. A Escola mantinha aulas normais no período da manhã e o período da tarde era reservado às aulas de reforço em Inglês, Ed Física e atividades extra-classe. Naquela época, a escola mantinha as disciplinas de Artes Industriais, Técnicas Agrícolas e Formação para o Lar, as quais faziam parte do currículo juntamente com as outras disciplinas e funcionaram durante aproximadamente por oito anos.

Durante os anos de 1993 e 1994 a escola funcionou também, além de manhã e tarde, num período intermediário das 17:00h às 21:00h, com 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries. No ano de 1996, foi extinto esse turno, permanecendo então apenas os períodos matutino e vespertino.

No ano de 1998, houve a implantação gradativa do Ensino Médio diurno a partir de 20 de março.

Para maior clareza da realidade e necessidades locais, foi utilizado um questionário de pesquisa feito por amostragem para obtenção de dados da realidade escolar.

A partir da tabulação dos dados obtidos e sistematização destas questões, nas duas semanas de Semana Pedagógica, pudemos entender o que tínhamos e o que a comunidade esperava da Escola.

A Escola que hoje temos é resultado de muito trabalho, muitas adequações, mudanças, resoluções de problemas mas acima de tudo, provém da parceria entre a Escola e a Comunidade, que hoje cada vez mais se engaja nesta luta pela melhoria do Ensino e da Educação. Esse é um processo lento e que tem muito para melhorar ainda mas acreditamos que “juntos” conseguiremos alcançar nossos objetivos.





Saiba mais...

Quem foi Prof Nilo Brandão...



Professor Nilo Brandão, o homem que sabia o vernáculo

Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 08 de março de 1992

Para várias gerações de curitibanos o nome Nilo Brandão é sinônimo de bom português. Do mestre que por quase 40 anos se dedicou a ensinar o vernáculo - termo que ele sempre usava em suas aulas - e que através de um método pessoal, com simplicidade, tornava fácil, agradável e seguro o ensino de regras para se falar e escrever corretamente o idioma. Sua simplicidade didática não ficou apenas nas salas de aula, pelos muitos colégios pelos quais passou ao longo de uma vida integralmente dedicada ao ensino.

Entre outubro de 1952 e 1961 foi o diretor do "Correio dos Ferroviários" fundado por Antônio Dantas, revista modelar e pioneira entre as house organs de grandes empresas que existiu por mais de 20 anos (posteriormente, teve Denizar Zenello Miranda, já falecido, também como editor). Ali, nas páginas de uma revista originalmente destinada apenas a aproximar funcionários da RVPSC, Nilo Brandão criou as colunas "Nos Domínios da Gramática" e "Corrija se souber", nas quais, respondendo a perguntas de leitores, transmitia preciosas informações - sempre com uma clareza didática exemplar. Passados 26 anos de sua morte - e mais de 30 da publicação daquelas colunas mensais - os ensinamentos do grande mestre continuam atualíssimos como prova "É Bom Saber Português", que em edição conjunta da Editora Universitária Champagnat da Pontíficia Universidade Católica do Paraná e a Ibrasa- Instituição Brasileira de Difusão cultural lançaram há poucas semanas (225 páginas, volume 25 da coleção Didática).

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Assim como outro grande mestre e filósofo, Rosário Farani Mansur Guerios, fazia nas páginas do seminário "Voz do Paraná", o professor Nilo Brandão dava exemplo de como um veículo popular de comunicação - no caso uma revista de empresa pública podia prestar um trabalho educativo. Em pequenos tópicos - naquilo que em linguagem popular, de nossos dias, se poderia chamar de "dicas" - termo que, por certo, o professor Brandão em seu tempo não usaria -" É Bom Saber Português" é uma obra tão útil a Atual como são os "Manuais de Redação", lançados pelas grandes editoras de veículos nacionais "Folha de São Paulo" - de autoria do jornalista Eduardo Martins e da Editora Abril - coordenada pelo curitibano Carlos Roberto Maranhão, ex-O Estado do Paraná.

Organizado carinhosamente pelo professor Euro Brandão, filho do professor Nilo Brandão e reitor da PUCP, com revisão e atualização de dois outros mestres, professores Leopoldo Scherner e Jaime Ferreira Bueno, "É Bom Saber Português" é obra de utilidade pública, da qual ninguém pode dispensar - considerando-se a complexidade de nosso idioma, tão amplo em suas armadilhas e dificuldades que fazem com que poucos - muito poucos - tenham dele o completo domínio, como, no passado, o mestre Nilo Brandão possuía. Felizes os que o tiveram como mestre!

Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em:

Veiculo: Estado do Paraná

Caderno ou Suplemento: Almanaque

Coluna ou Seção: Tablóide

Página: 2 / Data: 08/03/1992









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